A LAN comprou 98,942% das ações da Aires S/A, a segunda maior companhia aérea no mercado doméstico da Colômbia. A compra é mais um passo para que a companhia chilena se firme como uma das principais empresas da América Latina no setor. A Aires se tornou uma empresa atraense na medida em que ganhou passageiros nos últimos tempos. Em 2009, a companhia alcançou US$ 80 milhões em vendas, neste ano a previsão é de US$ 300 milhões. Desde a semana passada havia rumores de que o presidente da Aires, Francisco Méndez, estava pensando em capitalizar a empresa, com investimentos de um novo sócio.
Para Respício Espirito Santo Jr., presidente do Cepta (Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo), a LAN está percebendo que é necessário fazer novas aquisições para continuar ativa no mercado. “Foi uma operação de ataque e defesa. A companhia está olhando para o futuro”.
A principal concorrente dos chilenos na região é a Avianca, que recentemente se uniu à salvadorenha TACA. “A LAN colocou uma perna inteira dentro do mercado da Avianca. A companhia chilena leva vantagem também, pois está consolidando a fusão com a TAM”, afirmou Respício. A empresa planeja investir um total de US$ 7.719 milhões para dobrar a sua frota entre 2010 e 2018. O processo de compra da Aires deve estar concluído em até 60 dias.
O fato de a Colômbia estar numa posição estratégica também é apontado como um dos motivos para a aquisição da Aires. “Acredito que o fator logístico não tenha influenciado tanto. A Colômbia é um grande mercado e tem um futuro promissor”, argumentou Respício.
Há uma tendência de que as companhias aéreas se centralizem. “Isso acontece em outros setores e agora está chegando à aviação. Antes havia acordos e alianças entre companhias do mesmo país, agora a tendência é que cada vez mais se forme alianças e que haja mais negócios entre países”, confirmou Respício.
Nesta quarta-feira (27/10) a família Cueto, a dirigente da LAN, falou pela primeira vez sobre a fusão da companhia com a TAM. “Somos vistos com bons olhos”, afirmou o patriarca, Juan Cueto, que mostra confiança na aprovação da operação pelas autoridades brasileiras. Na semana passada, a empresa apresentou o projeto à ANAC (Agência Nacional de Aviação). “Esperamos que daqui até o fim do ano tenhamos conseguido a aprovação no Brasil”. A conclusão da operação ainda depende da autorização da Fiscalía Nacional Económica (FNE), do Chile.
Fonte: Revista Aero Magazine
Para Respício Espirito Santo Jr., presidente do Cepta (Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo), a LAN está percebendo que é necessário fazer novas aquisições para continuar ativa no mercado. “Foi uma operação de ataque e defesa. A companhia está olhando para o futuro”.
A principal concorrente dos chilenos na região é a Avianca, que recentemente se uniu à salvadorenha TACA. “A LAN colocou uma perna inteira dentro do mercado da Avianca. A companhia chilena leva vantagem também, pois está consolidando a fusão com a TAM”, afirmou Respício. A empresa planeja investir um total de US$ 7.719 milhões para dobrar a sua frota entre 2010 e 2018. O processo de compra da Aires deve estar concluído em até 60 dias.
O fato de a Colômbia estar numa posição estratégica também é apontado como um dos motivos para a aquisição da Aires. “Acredito que o fator logístico não tenha influenciado tanto. A Colômbia é um grande mercado e tem um futuro promissor”, argumentou Respício.
Há uma tendência de que as companhias aéreas se centralizem. “Isso acontece em outros setores e agora está chegando à aviação. Antes havia acordos e alianças entre companhias do mesmo país, agora a tendência é que cada vez mais se forme alianças e que haja mais negócios entre países”, confirmou Respício.
Nesta quarta-feira (27/10) a família Cueto, a dirigente da LAN, falou pela primeira vez sobre a fusão da companhia com a TAM. “Somos vistos com bons olhos”, afirmou o patriarca, Juan Cueto, que mostra confiança na aprovação da operação pelas autoridades brasileiras. Na semana passada, a empresa apresentou o projeto à ANAC (Agência Nacional de Aviação). “Esperamos que daqui até o fim do ano tenhamos conseguido a aprovação no Brasil”. A conclusão da operação ainda depende da autorização da Fiscalía Nacional Económica (FNE), do Chile.
Fonte: Revista Aero Magazine
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